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Qui, Maio

Participantes têm até o fim do mês para fazer seus vídeos em casa e enviar para avaliação - Foto: Divulgação/Prefeitura do Rio

Imagine uma disputa virtual na qual os praticantes de karatê demonstram formas de lutas imaginárias - e o nome dessa sequência de movimentos com técnicas de ataque e defesa chama-se kata. Para dar um golpe na monotonia da garotada durante a quarentena provocada pelo novo coronavírus, a Prefeitura do Rio, por meio da Subsecretaria de Esporte e Lazer (Subel), lançou nesta semana o 1º Festival de Kata das vilas olímpicas. Mais de 50 alunos, de 9 até 17 anos, se inscreveram.

Como o torneio não é presencial, os participantes têm até o fim do mês para fazer seus vídeos em casa e enviar para avaliação de uma banca de professores de Educação Física, que vai eleger os melhores. O festival é uma iniciativa da coordenadora e professora Carolina Torres, há quase dois anos trabalhando na Vila Olímpica do GREIP, na Penha, sem deixar de lado um dos propósitos do esporte: a integração social.

"Sempre tive o sonho de unir as vilas olímpicas e, com a quarentena, surgiu essa ideia, que imediatamente virou um projeto. É uma realização pessoal. Mesmo à distância, o karatê juntou os alunos. Por isso, sempre digo: o karatê é mais do que um esporte, é uma filosofia de vida", disse Carolina Torres, de 37 anos, que desde os 8 pratica a arte marcial.

Além do GREIP da Penha, estão participando os alunos de mais seis equipamentos esportivos da Prefeitura: a Vila Olímpica Carlos de Castilho, no Alemão; a Vila Olímpica Professor Manoel José Gomes Tubino, no Mato Alto; a Vila Olímpica Aldo Micolis, no Encantado; a Vila Olímpica do Vidigal; a Vila Olímpica da Maré; e a Vila Olímpica Polo Jardim Bangu.

"Tem criança se virando para enviar o vídeo. É uma dedicação fantástica, muito bonito de se ver. Esse evento cria motivação para todos em meio a esse momento tão difícil. O número de participantes é bem expressivo e já tem alunos adultos querendo disputar a próxima edição", declarou a professora, que atua desde 2014 nas vilas olímpicas.

Ex-secretário de saúde é alvo de ação por improbidade - Foto: Divulgação/Eliane Carvalho

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ajuizou Ação Civil Pública (ACP) contra o Estado do Rio, o ex-secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, o ex-subsecretário executivo da Secretaria de Estado de Saúde, Gabriell Neves, e a empresa Ozz Saúde, pela prática de improbidade administrativa na contratação de serviços para as áreas atendidas pelo Serviço Móvel de Emergência (Samu) no Município do Rio.

Na ACP, que aponta as práticas de sobrepreço, superfaturamento e antecipação ilegal de pagamento à empresa, o MPRJ requer, em caráter de urgência, que o Estado não realize novos empenhos, liquidações ou pagamentos à Ozz, com o objetivo de evitar mais danos ao erário. Por outro lado, para não haver descontinuidade no serviço público do SAMU, o MPRJ requereu ainda liminarmente que seja determinada a obrigação da sociedade empresária OZZ Saúde Eireli de não interromper o serviço contratado, até o prazo final do contrato, diante do pagamento que lhe foi feito.

De acordo com a ação, o contrato, celebrado por dispensa de licitação e em caráter emergencial, era destinado à prestação de serviços de gestão, administração e execução de regulação e intervenção médica de urgência nas áreas atendidas pelo SAMU, e foi subscrito por Gabriell. O subsecretário foi preso no último dia 07/05, por fraudes na compra de ventiladores pulmonares para a rede estadual, na operação Mercadoria do Caos, conduzida pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC/MPRJ).

As investigações apontaram que Gabriell, como ordenador de despesas do referido contrato, celebrado em desacordo com as regras de Direito Administrativo e com os preços praticados no mercado, autorizou, indevidamente, a antecipação de pagamento de parcela à empresa prestadora do serviço, em desacordo com a Lei nº 8.666/93. Já o ex-secretário Edmar Santos, mesmo não tendo sido signatário direto do contrato, como gestor da Secretaria de Estado de Saúde, omitiu-se quanto ao seu dever de controle e fiscalização, ao não rever o ato lesivo ao erário, uma vez que compete ao superior hierárquico a revisão de todos os atos praticados no âmbito de sua gestão.

Desta forma, requer o MPRJ o ressarcimento integral, por parte de Edmar Santos e Gabriell Neves, do dano causado aos cofres públicos pela celebração do contrato, em valor a ser apurado no curso da instrução do processo, a ser suportados solidariamente pela empresa prestadora dos serviços. Além disso, a ACP pede a perda da função pública ocupada pelos réus quando do trânsito em julgado da decisão, a suspensão dos seus direitos políticos de cinco a oito anos e o pagamento de multa até duas vezes o valor do dano causado, devidamente corrigida. No caso da Ozz, a ação também requer a proibição de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo de cinco anos.

Estado do Rio de Janeiro tem atualmente 575 crianças sumidas - Foto: Uanderson Fernandes/Governo do Rio

A Fundação para Criança e Adolescência (FIA), ligada à Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSODH), coordena o S.O.S. Crianças Desaparecidas, programa que já localizou 3.115 crianças e adolescentes ao longo dos seus mais de 24 anos de atuação.

"O Estado do Rio de Janeiro tem atualmente 575 crianças que sumiram e esta data é uma oportunidade para reforçar o alerta entre pais e responsáveis para se prevenirem e evitarem que seus filhos façam parte dessa triste lista", destaca a secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Fernanda Titonel.

Para procurar reduzir estes números, a SEDSODH mantém a Coordenadoria de Prevenção e Enfrentamento ao Desaparecimento de Pessoas. Criada em janeiro de 2019 pelo governador Wilson Witzel e liderada por Jovita Belfort, mãe de Priscila, uma jovem que desapareceu há 16 anos no Rio, a Coordenadoria é a única no país.

"Recentemente criamos o Comitê Estadual de Pessoas Desaparecidas (Decreto Estadual no 47.017/2020) e prestamos consultoria para a criação da Frente Parlamentar de Pessoas Desaparecidas da Alerj", enumerou Jovita. Denúncias também podem ser feitas pelo Disque Cidadania e Direitos Humanos (0800 0234567), que funciona todos os dias, 24 horas por dia.

"É de suma importância enfatizar que a prevenção ainda é a melhor solução", afirmou a presidente da FIA, Ana Mantuano.

Se tiver informações sobre algum jovem desaparecido ou queira divulgar um novo caso, entre em contato com o programa pelos telefones (21) 2286-8337 ou (21) 98596-5296. Mais detalhes no site: www.soscriancasdesaparecidas.rj.gov.br

Dicas de como se previnir do desaparecimento de crianças e adolescentes:
Tirar o RG da criança o mais cedo possível
Estar sempre alerta em locais públicos
Orientar a criança pra não dar atenção a desconhecidos
Manter diálogo para evitar conflitos familiares
Colocar identificação com telefone na criança antes de sair de casa.
Ensiná-la a falar o nome dos pais e um telefone para contato.

O que fazer em caso de desaparecimento:
- Registre o fato na delegacia de polícia mais próxima;
- Procure em hospitais, prontos-socorros e abrigos públicos;
- Descarte a possibilidade de falecimento junto à delegacia ou indo diretamente ao Instituto Médico Legal (IML);
- Divulgue o desaparecimento para amigos, familiares e redes sociais;
- Entre em contato com os seguintes serviços, que funcionam 24 horas por dia:

Polícia Militar - emergência 190
Delegacia de Descobertas de Paradeiros (2202-0338 / 98322-0228)
Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (2779-6622)
Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (2717-2838 / 98322-0228)

Troca de farpas começou após Talíria questionar se Zambelli possuía informações privilegiadas sobre operações contra governadores - Foto: Reprodução/Twitter

As deputadas federais Talíria Petrone (PSOL-RJ) e Carla Zambelli (PSL-SP) protagonizaram um bate-boca pelo Twitter, na manhã desta terça-feira (26). O motivo foi a Operação Placebo, que cumpriu mandados de busca e apreensão em residências ligadas ao Governador do Rio, Wilson Witzel.

A psolista questionou Zambelli sobre ela supostamente possuir informações antecipadas sobre a ação, que foi deflagrada na manhã desta terça. A deputada bolsonarista afirmou em entrevista à Rádio Gaúcha, na segunda-feira (25), que aconteceriam operações contra governadores, que poderiam ser apelidadas como “Covidão”.

“A deputada federal Carla Zambelli saber antecipadamente de operações da Polícia Federal ‘contra governadores’ é grave. Como a deputada sabe? E por que ela sabe? As relações da cúpula do governo Bolsonaro e a PF estão cada vez mais promíscuas e precisam ser explicadas”, publicou Talíria.

Carla Zambelli respondeu de forma ríspida à deputada fluminense, a chamando de “defensora de maconheiro”. Além disso, a parlamentar paulista ironizou o questionamento afirmando que se tivesse tais informações, chamaria a operação de “estrume”, em referência ao xingamento feito pelo presidente Bolsonaro à Witzel, durante reunião ministerial no dia 22 de abril.

“Se eu tivesse informações privilegiadas e relações promíscuas com a PF, a operação de hoje seria chamada de ‘Estrume’ e não ‘Placebo’. Está aí sua explicação, defensora de maconheiro”, publicou Zambelli.

Ainda na manhã desta terça, Carla Zambelli concedeu entrevista à CNN Brasil para comentar sobre o tema, e demonstrou arrependimento por sua fala à Rádio Gaúcha. "Agora vendo a repercussão negativa, se pudesse voltar atrás, talvez não teria dito. Mas minha consciência está muito tranquila”, disse a deputada.

Talíria Petrone voltou a se pronunciar sobre o assunto, em seu Facebook, e cobrou respostas sobre Zambelli supostamente saber, de forma antecipada, sobre operações. “É fundamental a investigação dos contratos para a construção dos hospitais de campanha no Rio de Janeiro. Mas queremos também porque Carla Zambelli sabe de operações da Polícia Federal antecipadamente”, concluiu.

Ação do projeto 'Abraço Musical na Saúde' foi no Hospital Municipal Rocha Maia - Foto: Robert Gomes/Guarda Municipal

A Prefeitura do Rio, por meio da Guarda Municipal, realizou na segunda-feira (25), mais uma edição do projeto “Abraço Musical na Saúde”. A ação foi no Hospital Municipal Rocha Maia, em Botafogo, Zona Sul do Rio, e contou com a participação especial da equipe lúdica do Grupamento de Ronda Escolar, exibindo uma faixa com mensagem de agradecimento aos profissionais de saúde. Guardas municipais transmitiram ainda outra mensagem especial, gravada em apoio e reconhecimento ao trabalho dos profissionais.

Servidores e visitantes que passavam pelo hospital foram surpreendidos com as músicas “Como é grande o meu amor por você”, de Roberto Carlos; e “Amigos para Sempre”, uma versão de “Friends for life”, de Andrew Lloyd e Don Black. A regência ficou por conta do maestro Vanderlei Cabral do Santos.

A homenagem já foi realizada nos hospitais municipais Salgado Filho, Albert Schweitzer, Souza Aguiar e Miguel Couto na semana passada. Lançado no dia 5 de maio, o “Abraço Musical” também leva música a moradores do Rio e já passou pelos bairros da Tijuca, Bangu, Campo Grande, Madureira, Urca, Copacabana, Vila Valqueire, Ilha do Governador e Rio Comprido. A próxima apresentação será nesta quarta-feira, dia 27, às 11h na Taquara, e às 16h na Praça Rio Grande do Norte, no Engenho de Dentro. O objetivo é levar músicos da Banda Sinfônica a hospitais do município para homenagear profissionais de saúde que estão na linha de frente no combate ao novo coronavírus.

Governador afirma que está à disposição da Justiça e acredita que haja interferência de Bolsonaro na operação - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, negou qualquer tipo de participação em esquema de desvio de recursos públicos destinados à saúde do estado. A residência oficial do governador foi alvo da Operação Placebo que a Polícia Federal realiza na manhã desta terça-feira (26).

Witzel afirma, ainda, que a "interferência anunciada pelo presidente da república está devidamente oficializada" e suspeita de vazamento da operação. 

"Não há absolutamente nenhuma participação ou autoria minha em nenhum tipo de irregularidade nas questões que envolvem as denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal. Estranha-me e indigna-me sobremaneira o fato absolutamente claro de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais nos últimos dias uma operação da Polícia Federal direcionada a mim, o que demonstra limpidamente que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará. A interferência anunciada pelo presidente da república está devidamente oficializada. Estou à disposição da Justiça, meus sigilos abertos e estou tranquilo sobre o desdobramento dos fatos. Sigo em alinhamento com a Justiça para que se apure rapidamente os fatos. Não abandonarei meus princípios e muito menos o Estado do Rio de Janeiro", disse o governador. 

MPRJ obtém decisão para que Estado e município do Rio adotem medidas de prevenção - Foto: Divulgação

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve, nesta segunda-feira (25), decisão favorável no agravo de instrumento com pedido de tutela antecipada, interposto no escopo da ação civil pública nº 0086314-43.2020.8.19.0001. A referida ACP foi ajuizada em face do Estado e do município do Rio, em razão da omissão de ambos em sua obrigação de garantir a adoção de medidas de prevenção à Covid-19 junto às pessoas com deficiência institucionalizadas em unidades de acolhimento.

Diante da vasta fundamentação apresentada no recurso, e do evidente risco de ocorrer um surto de contaminação com mortes em massa nestas unidades, uma vez que essa parcela da população já costuma apresentar comorbidades e saúde fragilizada, a desembargadora Margaret de Olivaes Valle dos Santos, relatora do agravo que está na 18 Câmara Cível, deferiu quase todos as medidas requeridas pelo parquet fluminense, determinando que os réus, no prazo de 48 horas, forneçam equipamentos de proteção individual e de higiene pessoal para os abrigados, em instituições e casas de acolhimento, e os servidores dessas instituições, nos termos das resoluções e notas técnicas expedidas pela Secretaria de Estado de Saúde, Secretaria Municipal de Saúde e Vigilância Sanitária, estabelecendo normas gerais de uso obrigatório e monitorado deste material pelos referidos servidores e internos.

Determinou ainda que o Estado e o município do Rio disponibilizem atendimento médico, domiciliar, a casos suspeitos detectados em instituições e casas de acolhimento de pessoas com deficiência, no prazo máximo de 24 horas, após a respectiva comunicação por parte do gestor da unidade e, em caso de ser confirmada a suspeita, e não haver necessidade de internação hospitalar, adotar medidas de isolamento imediato, no âmbito da própria instituição ou em local pré-existente e adequado para este fim, providenciando, neste caso, a imediata remoção do infectado, efetivando a testagem dos demais internos e dos servidores, no mesmo prazo de 24 horas, procedendo o isolamento social dos que testarem positivo.

"Embora estejamos atravessando uma grave crise sanitária, não se afigura razoável que o Estado do Rio de Janeiro e sua cidade capita, nesse prazo de mais de 60 dias transcorrido desde o primeiro caso detectado da doença, não tenham, como afirma o Ministério Público, sido capazes de se organizar para fornecer aos portadores de deficiência institucionalizados medidas básicas de segurança e prevenção, atinentes à higiene, distanciamento social, testagem e atendimento médico no âmbito da própria instituição, com detecção de possíveis surtos", escreveu a desembargadora em sua decisão.

Sala de Leitura Virtual da SME está levando mais leitura para os 650 mil estudantes - Foto: Divulgação

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Educação, publica na internet, nesta terça-feira (26), sete novos vídeos literários para que os estudantes da Rede Municipal de Ensino continuem lendo e aprendendo mais em casa. Desde que foi lançado, em março, o canal Sala de Leitura SME Carioca alcançou mais de 20 mil visualizações em seus 69 vídeos publicados. A próxima série de vídeos serão realizadas leituras de histórias para o público infantil e jovem, das autoras Sônia Travassos, Tônia Casarin, Adriana Mgdaleno, Alessandra Yusa e dos escritores Luiz Câmara Cascudo e Monteiro Lobato.

O foco da ação desta semana é a inclusão e serão abordados temas importantes para os alunos da Educação Especial, como o autismo e a Libras – Língua Brasileira de Sinais.

Estarão disponíveis vídeos de professores e escritores que falarão sobre temas como: os limites da escola em “Bichos-papões de escola”; a literatura e as emoções em “Tenho monstros na barriga – alegria”; criatividade e inventividade em “A grande reunião”; a conscientização do autismo em “Caio Azul”; a infância, o conto e as tradições que fazem parte da nossa vida em “Contos tradicionais de Câmara Cascudo”; a influência das palavras nas pessoas em “A corrida de sapinhos”.

A Sala de Leitura Virtual da SME está levando mais leitura para os 650 mil estudantes da Rede Municipal de Ensino que estão em isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A partir do empenho de professores, escritores e outros parceiros, são publicados, semanalmente, vídeos com foco na promoção da leitura e da literatura para todos os segmentos, da Educação Infantil ao Ensino de Jovens e Adultos. Desde o início da ação, a partir da suspensão das aulas tradicionais, além das mais de 20 mil visualizações, o canal recebeu 1,8 mil novos inscritos. Além de professores, já enviaram vídeos para o canal o imortal da Academia Brasileira de Letras, Arnaldo Niskier, o escritor Pedro Bandeira e o bisneto do escritor Monteiro Lobato, Ricardo Monteiro Lobato, entre outros participantes.

O material on-line poderá ser acessado através da Sala de Leitura Virtual da SME.

Programação desta semana em detalhes

“Bichos-papões de escola” – A escritora Sônia Travassos fala sobre o seu livro, com ilustrações de Thais Linhares. A história os limites da escola, por meio da figura dos bichos-papões, de forma bem diferente e engraçada. Conta sobre dois deles: um assusta crianças e outro ajuda.

“Tenho monstros na barriga – alegria” – A escritora Tônia Casarin ensina sobre como descobrir sentimentos e lidar com as emoções, com o outros, resolver problemas e até mesmo pedir ajuda. A história fala sobre a alegria e busca desenvolver as competências socioemocionais do aluno, para uma melhor aprendizagem e construção de um mundo melhor. O vídeo estará disponibilizado em Libras.

“A grande reunião” – A professora Adriana Magdaleno lê seu texto autoral, com ilustrações de Regina Celi. A história aborda a vida de personagens que não são humanos, e sim elementos da natureza. É proposto um desafio para os estudantes

“Caio Azul” – A professora Alessandra Yusa vai falar sobre o Autismo por meio de uma história autoral, baseada na sua experiência com seu filho. A ideia é mostrar, de forma lúdica e criativa, como funciona a cabeça de uma pessoa que vive com o autismo.

“Contos Tradicionais de Câmara Cascudo” – A professora e orientadora do Ensino de Jovens e Adultos na Rede Municipal de Ensino, Etany Ewelyn Cardoso, lê textos de Luiz Câmara Cascudo, considerado o maior folclorista brasileiro. As histórias abordam as infâncias, as tradições e histórias que fazem parte da nossa vida.

“A corrida de sapinhos” – Nesta fábula de Monteiro Lobato, a professora Tatiana Hernandes vai mostrar, por meio da história, como as palavras podem influenciar as pessoas, seja de forma positiva ou negativa. Busca fazer com que os alunos reflitam sobre suas atitudes.

Sala de Leitura

O canal, lançado recentemente, tem conteúdo produzido exclusivamente por professores e escritores renomados, como o imortal da Academia Brasileira de Letras, Arnaldo Niskier. Agora sob esta nova perspectiva, a partir da quarentena imposta pelo novo coronavírus, este espaço virtual quer garantir a continuidade do trabalho de leitura que em uma situação convencional estaria permeando o aprendizado nas 1.541 unidades escolares da Rede Municipal de Ensino.

A recomendação é que os professores indiquem o canal para os responsáveis apresentarem aos alunos em casa. Estudantes de outras redes de ensino e anos escolares também estão convidados para conferir a programação.

No aplicativo SME Carioca 2020

Para facilitar, o canal Sala de Leitura SME Carioca foi incluído no aplicativo SME Carioca2020, que já conta com mais de 4,2 milhões milhões de acessos e tem permitido aos estudantes da maior rede municipal de ensino da América Latina darem continuidade aos estudos em casa. O link está disponível na área de Sala de Leitura, que também conta com os seguintes conteúdos: livros para leitura livre – disponibilizados para download gratuito – e desafios e atividades. Acesse aqui o aplicativo.

Os livros disponíveis para leitura livre no aplicativo da SME também podem ser acessados por QR Code.

Para participar

Os professores de sala de leitura ou outras disciplinas que tenham interesse em produzir conteúdo sobre leitura e literatura para o canal Sala de Leitura SME, especialmente enquanto durar a pandemia da COVID-19, devem entrar em contato com a Gerência de Educação de sua Coordenadoria Regional de Educação para verificar a possibilidade de publicação no canal ou enviando e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Setor industrial estava em recuperação antes do surto do novo coronavírus - Foto: Divulgação

A Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais (Sedeeri), vai criar uma força-tarefa para acelerar a retomada econômica fluminense após a crise causada pela pandemia do novo coronavírus. O trabalho na execução das políticas públicas para o desenvolvimento industrial vai levar em conta os resultados verificados em abril e maio de 2020.

A força-tarefa vai se concentrar em atender os agendamentos presenciais que foram suspensos durante a pandemia, cujas questões a serem solucionadas demandam a elaboração de projetos, preparação de estudos e levantamentos sobre as áreas pertencentes à Codin nos distritos industriais. Também serão reforçadas questões como a adoção de medidas judiciais e administrativas, a realização de visitas “in loco” e outras diligências determinadas pelas comissões de avaliação de incentivos fiscais e pelo Conselho de Administração da companhia.

O presidente da Companhia, Fábio Galvão, lembra que o setor estava em recuperação antes do surto do novo coronavírus.

"A indústria fluminense vinha crescendo 2,3%, bem acima da média nacional e à frente na comparação com outros estados, como São Paulo, que praticamente ficou estagnado, apresentando crescimento industrial de 0,2%, e MG que encolheu 5,6%”, afirma o presidente. A maior parte dos investimentos atraídos pelo Rio de Janeiro veio do setor privado, o que indica que o crescimento projetado da indústria no estado tem uma perspectiva sustentável.

Apesar das questões relacionadas ao isolamento social, Galvão ressalta que os atendimentos presenciais suspensos foram substituídos por atendimentos realizados com o apoio de sistemas eletrônicos, como o chat no Portal da Codin e o e-mail da presidência (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.). Além disso, a Companhia conta um canal de whatsapp institucional (21 99615-7226), criado especialmente no período da pandemia e que está disponível ao público e às empresas interessadas.

A força-tarefa será composta por integrantes das Diretorias de Competitividade-Econômica-Tributária, de Desenvolvimento Industrial, de Novos Negócios e de Governança, Controles e Conformidade. A Diretoria Executiva da CODIN vai estabelecer os critérios das ações prioritárias a serem adotadas, seguindo as previsões econômicas da Diretoria de Novos Negócios que indicam um movimento de revalorização gradual e moderada do real ante o dólar, mais próximo ou inferior a R$ 5,5/US$ do que ameaçar uma nova escalada para R$ 6,0/US$. Além disso, há a estimativa de sustentação do Ibovespa acima de 80 mil pontos, sendo este um fator que deve beneficiar a redução do nível de volatilidade e incertezas da agenda econômica, contribuindo para a previsibilidade e reconquista da confiança no setor industrial.

Publicação saiu no Diário Oficial de segunda-feira (25) - Foto: Reprodução/Agência Brasil

A nomeação do delegado Tácio Muzzi como novo superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro foi publicada na edição de segunda-feira (25) do Diário Oficial da União. Ele substitui Carlos Henrique de Oliveira, deslocado para a direção-executiva da corporação, em Brasília.

Muzzi foi escolhido pelo novo diretor-geral da PF, Rolando de Souza, nomeado por Jair Bolsonaro após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspender a nomeação de Alexandre Ramagem, que originalmente seria o indicado para o cargo que era ocupado por Maurício Valeixo, cuja demissão provocou a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça, apontando uma suposta interferência política do presidente da República.

Outros estados também tiveram superintendentes trocados por Rolando. Desde sua posse, sofreram mudanças as superintendências da Polícia Federal no Tocantins, Paraíba, Rio Grande do Sul e Alagoas.

Leitos serão distribuídos no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla e o Hospital de Campanha no Riocentro - Foto: Marcos de Paula/Prefeitura do Rio

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou na segunda-feira (25), que, já a partir desta semana, estarão disponíveis todos os 880 leitos abertos pela Prefeitura para o tratamento de pacientes com covid-19. Esses leitos serão distribuídos nas duas unidades de referência para o tratamento da doença: o Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, e o Hospital de Campanha da Prefeitura, no Riocentro.

"Estamos falando de 880 leitos somente nessas duas unidades, o que para nós é algo que temos a celebrar, nessa tragédia toda que temos a lamentar", afirmou Crivella, durante entrevista à imprensa no Riocentro, onde funciona o gabinete de crise.

Ajustes concluídos no Painel Rio Covid-19

O prefeito declarou também que já foram feitos os ajustes antes anunciados no Painel Rio Covid-19, com informações sobre vítimas da doença, para tornar mais transparente a informação dos óbitos na cidade provocados pelo novo coronavírus. A partir de agora será divulgado diariamente o número de sepultamentos nos cemitérios cariocas de pessoas que tenham como causa confirmada da morte a covid-19.

A secretária municipal de Saúde, Beatriz Busch, explicou que a nova metodologia é a melhor para dar fidelidade à apuração das mortes por covid, e ressaltou que informar corretamente sobre isso é uma preocupação da Prefeitura.

"Todos os dados de óbitos que hoje são enviados ao governo federal continuam, porque envolvem, além da Prefeitura, o Estado e a rede privada. A mudança feita no painel é para dar mais transparência a esses dados. A informação dos cartórios leva até 60 dias para chegar até nós. O dado mais próximo e fidedigno de quem faleceu hoje, ou há dois dias, é o de sepultamento nos nossos cemitérios. É esse dado que vamos passar a informar, sem prejuízo dos dados nacionais. Hoje sabemos quantas pessoas são sepultadas por dia e quantas dessas certidões de óbito emitidas pelos cartórios trazem covid-19 como causa da morte", disse Beatriz Busch.

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