Parlamentares da oposição intensificaram nesta semana a pressão institucional para que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), seja afastado da relatoria das investigações sobre o banco Master. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) apresentou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um novo pedido de suspeição e eventual impedimento de Toffoli no caso, alegando possíveis conflitos de interesses. A argumentação menciona vínculos e fatos supostamente associados ao magistrado, incluindo relações indiretas com negócios no Paraná e decisões processuais consideradas atípicas.
O novo pedido soma-se a representações anteriores de deputados federais que também buscaram a remoção do ministro da relatoria, mas que foram arquivadas pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, sob justificativa de que os casos estão em análise no âmbito do próprio STF.
A oposição alega que a continuidade de Toffoli à frente das apurações pode comprometer a percepção de imparcialidade e a credibilidade do processo, reforçando a necessidade de exame jurídico independente sobre possíveis conflitos.
A atuação institucional ocorre enquanto a PGR e o Supremo seguem analisando representações múltiplas, em respeito às normas constitucionais e ao devido processo legal.








