A Receita Federal emitiu um comunicado oficial para desmentir boatos sobre rastreamento individual de transferências via Pix.
Segundo o órgão, não há monitoramento transação por transação, e os relatórios recebidos pelas autoridades são limitados e padronizados, voltados apenas a movimentações acima de certos valores mensais.
Receita não rastreia transferências individuais por Pix
A Receita Federal esclareceu que não tem acesso ao conteúdo de cada transação feita por Pix. O que existe é um relatório agregado enviado mensalmente pelas instituições financeiras tradicionais.
No caso de pessoas físicas, o envio ocorre apenas quando o total mensal ultrapassa R$ 2 mil. Para empresas, o limite é de R$ 6 mil mensais. Os dados envolvem saldos e somatórios de movimentações, sem detalhamento de cada transferência.
Além disso, fintechs estavam inicialmente isentas dessa obrigação, o que reforça ainda mais que o Pix não é monitorado em tempo real, nem individualmente.
Como surgem fake news sobre o Pix e o que elas escondem?
Durante grandes operações policiais, como a Cadeia de Carbono e a Carbono Oculto, espalhar pânico virou estratégia de golpistas para atrapalhar fiscalizações. Eles se aproveitam do desconhecimento geral e da linguagem de urgência para enganar.
As mensagens falsas costumam usar a estrutura abaixo para parecerem confiáveis:
São distribuídas em grupos de WhatsApp e Telegram
Utilizam áudios com supostos servidores da Receita ou nomes oficiais
Usam imagens manipuladas e documentos falsos
Servem como distração durante operações contra crimes fiscais
Atenção: qualquer áudio alertando sobre CPF bloqueado por Pix é falso. A Receita não se comunica por WhatsApp dessa forma.








