A Prefeitura de São Gonçalo mantém, ao longo de todo o ano, ações contínuas de combate ao mosquito
Aedes aegypti por meio de visitas domiciliares realizadas pela Vigilância em Saúde Ambiental da
Secretaria Municipal de Saúde. A estratégia busca reduzir focos do vetor transmissor da dengue, zika e
chikungunya, com atuação preventiva, técnica e educativa em todos os bairros do município.
Durante as visitas, agentes devidamente identificados inspecionam imóveis residenciais e comerciais,
eliminam possíveis criadouros, aplicam larvicidas quando necessário e orientam moradores sobre
cuidados básicos que evitam a proliferação do mosquito. O trabalho é intensificado nos períodos de
calor e chuva, quando o risco de reprodução aumenta de forma significativa.
Dados técnicos da Vigilância Ambiental indicam que o ciclo de desenvolvimento do mosquito pode
ocorrer em apenas 7 dias, o que exige atenção permanente da população. Recipientes com água parada,
caixas d’água sem tampa, calhas entupidas e bebedouros de animais estão entre os principais focos
encontrados nas vistorias.
Além da eliminação imediata das larvas, parte do material coletado é encaminhada para análise técnica,
garantindo monitoramento adequado da situação epidemiológica da cidade. Em alguns imóveis, osagentes também instalam telas de proteção em reservatórios e orientam sobre inspeções semanais
preventivas.
A Prefeitura destaca que permitir o acesso dos agentes às residências é fundamental para o sucesso das
ações. A colaboração dos moradores fortalece a política pública de prevenção, reduz custos com
tratamentos de saúde e preserva vidas.
A Vigilância Ambiental mantém serviço de atendimento à população para denúncias de focos ou
infestação, com prazo médio de resposta de 7 dias. A iniciativa reforça o compromisso do município
com a saúde pública, a prevenção de doenças e a responsabilidade coletiva no enfrentamento ao Aedes
aegypti.
A administração municipal afirma que ações preventivas custam menos ao erário e protegem famílias,
especialmente crianças e idosos, grupos mais vulneráveis às complicações provocadas pelas arboviroses
na região.








