Operação no Fonseca resultou em 7 presos e apreendeu fuzis e granada

Uma operação estratégica realizada pela Polícia Militar nas comunidades de Santo Cristo, Coreia e Palmeira, localizadas no bairro do Fonseca, Zona Norte de Niterói, resultou na prisão de 7 criminosos e na apreensão de um arsenal de guerra na última terça-feira, 03 de março de 2026. A ação foi deflagrada após um monitoramento minucioso do setor de inteligência do 12° BPM, que identificou a movimentação de integrantes de facções em disputa territorial. Durante o cerco policial, 1 homem morreu em confronto com os agentes. Com o grupo, os policiais apreenderam 5 fuzis, 2 pistolas, 1 granada e dezenas de munições, evidenciando o alto poder bélico utilizado pelos transgressores da lei para oprimir a população local.

Segundo informações fornecidas pela Polícia Militar, os indivíduos detidos integram a facção Terceiro Comando Puro, que tenta consolidar o controle da região em oposição ao Comando Vermelho. Essa disputa sangrenta entre grupos rivais estende-se desde novembro de 2025, transformando a rotina dos moradores em um cenário de insegurança constante. O homem que veio a óbito no embate foi identificado como Matheus Pereira Alves, de 24 anos, conhecido pelos vulgos Perneta ou Orelha, indivíduo que já possuía anotações criminais por tráfico e receptação. Entre os outros 7 capturados, 5 já ostentavam passagens anteriores pela polícia por crimes graves, incluindo homicídio, roubo e porte ilegal de arma de fogo, reafirmando a periculosidade dos envolvidos.

A corporação destacou que o sucesso da incursão é um reflexo do fortalecimento das ações de inteligência contra o crime organizado. Somente desde novembro do ano passado, 27 fuzis foram retirados de circulação em comunidades de Niterói, demonstrando um esforço contínuo para desarmar as quadrilhas. A ocorrência foi formalizada na 78ª DP, onde todo o material bélico e os suspeitos foram apresentados à autoridade judiciária competente. O combate sistemático ao tráfico de drogas e à posse de armas de uso restrito permanece como prioridade absoluta para a manutenção da soberania estatal e a proteção da vida dos cidadãos fluminenses que respeitam as leis.

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