No clássico contra o Botafogo, no último sábado, o meia Jorginho utilizou a braçadeira de capitão pela primeira vez desde sua chegada ao Flamengo, em junho de 2025. O gesto, ocorrido após a saída de Léo Pereira no segundo tempo, simboliza o reconhecimento ao impacto do jogador de 34 anos no ambiente do Ninho do Urubu. Embora Arrascaeta e Bruno Henrique sigam na hierarquia principal, o prestígio do camisa 8 é crescente.
Diferente do zagueiro Danilo, que exerce uma liderança pública e vocal, Jorginho atua nos bastidores. Conhecido por ser um dos primeiros a chegar ao CT, ele se tornou um exemplo de profissionalismo, influenciando diretamente a evolução de jovens como Evertton Araújo e oferecendo suporte emocional a veteranos em momentos de crise, como ocorreu com Pedro em 2025.
Dentro de campo, sua regularidade técnica e o rápido entendimento das ideias do técnico Leonardo Jardim o tornaram indispensável. Além de organizar o setor criativo, Jorginho assumiu a responsabilidade nas bolas paradas: converteu todos os seis pênaltis que bateu, inclusive em competições internacionais contra gigantes como Bayern de Munique e PSG. Com contrato e futebol em dia, o meia ajuda o Rubro-Negro a consolidar uma cultura de compromisso e excelência.








