A rescisão contratual entre o Botafogo de Futebol e Regatas e o técnico Martín Anselmi segue indefinida após divergência sobre valores previstos em contrato. Demitido no último domingo, o treinador ainda possui vínculo formal com o clube, o que impede a oficialização imediata da saída.
A controvérsia envolve a interpretação de cláusulas contratuais. Representantes do técnico defendem o pagamento de aproximadamente quatro milhões de dólares, alegando que o rompimento antecipado ativa condições específicas previstas no acordo. A diretoria alvinegra não reconhece essa leitura e sustenta entendimento diferente sobre os termos firmados.
Pelo contrato original, o clube teria obrigação de arcar com salários até o fim do vínculo, previsto para 2027. A discussão atual busca definir se há incidência de multa adicional, o que pode alterar significativamente o impacto financeiro da rescisão.
Nos bastidores, o cenário ganha novos contornos com o interesse do Club de Fútbol Monterrey no treinador. A possível contratação por outra equipe pode influenciar o desfecho jurídico, reduzindo encargos ao clube brasileiro.








