A chamada tropa de elite da Guarda Municipal do Rio de Janeiro iniciou atuação armada nas ruas, mas precisou contratar 72 vigilantes privados para proteger as próprias instalações. O contrato, homologado após pregão eletrônico, prevê gasto anual de R$ 5,1 milhões, conforme registro no Diário Oficial.
Os seguranças atuarão na Academia da Força, em Irajá, e nas bases do Leblon, Parque Inhoaíba e Parque Piedade. A empresa escolhida foi a Lince Patrimonial. Os profissionais trabalharão em turnos de 12 horas e também estarão armados.
O edital determina que o uso da arma ocorra apenas em legítima defesa ou para resguardar o patrimônio público. A justificativa oficial é liberar os 600 agentes treinados para o patrulhamento ostensivo em 22 áreas com maior índice de roubos.
Na prática, a elite que promete proteger a cidade precisa contratar segurança para proteger a si mesma.








