A demissão do técnico Filipe Luís, anunciada pelo presidente Bap na madrugada de 3 de março de 2026, revelou um abismo entre as decisões da cúpula e a realidade do vestiário. Logo após a goleada por 8 a 0 sobre o Madureira, o treinador foi desligado, gerando uma reação imediata dos atletas. Segundo a jornalista Monica Alves, do Coluna do Fla, o profissional detinha o respaldo de 90% dos jogadores, o que torna o ato da diretoria um exemplo de gestão que ignora a harmonia e o trabalho de campo.
Líderes como Arrascaeta e Bruno Henrique utilizaram as redes sociais para exaltar a conduta do ex-comandante. O meia uruguaio destacou que valores como humildade e compromisso não se negociam, tratando Filipe como um exemplo de lealdade. O defensor Léo Ortiz reforçou que foi um privilégio aprender a visão de futebol do técnico, enquanto Léo Pereira classificou o ciclo como um período de alegrias e conquistas. Atletas como Erick Pulgar, Varela e Emerson Royal também manifestaram gratidão, evidenciando que o grupo estava unido em torno da comissão técnica.
A apuração do Lance! confirmou que Filipe Luís só soube da decisão, comunicada por José Boto, ao fim da coletiva de imprensa, sem qualquer aviso prévio. Para o torcedor que preza pela ordem e continuidade, a saída de um técnico com tamanho apoio e resultados expressivos sugere que critérios políticos prevaleceram sobre o sucesso esportivo e o respeito profissional.








