A invasão e o furto na Escola Técnica Estadual Henrique Lage, no Barreto, mostram como a insegurança patrimonial pode atingir diretamente um serviço público essencial. Segundo a Faetec, foram furtadas torneiras dos banheiros e parte da fiação dos aparelhos de ar-condicionado, comprometendo as condições de uso dos sanitários e forçando a suspensão das aulas do Ensino Médio nesta segunda-feira.
O peso do episódio está no efeito imediato sobre alunos e famílias, que passam a pagar a conta de uma estrutura que não conseguiu se proteger a tempo. Quando uma unidade pública interrompe o funcionamento por causa de arrombamento, o problema deixa de ser apenas policial e entra no campo do impacto concreto sobre a rotina escolar e sobre a confiança mínima de quem depende da rede para estudar.