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A proteção da infância e a preservação do ambiente familiar ganham novo impulso com a mobilização do programa Família Acolhedora. O projeto viabiliza que crianças e adolescentes afastados de seus lares por medidas protetivas judiciais recebam abrigo temporário em residências da comunidade. A iniciativa prioriza o atendimento individualizado em substituição ao acolhimento institucional comum.
Nesta quarta-feira, dia vinte e nove, ocorre uma reunião informativa essencial para os cidadãos interessados em colaborar com a rede de proteção. O encontro será realizado às dezenove horas, na Escola Estadual Municipalizada Polivalente Anísio Teixeira, situada no Bairro Costa do Sol. Durante o evento, técnicos detalharão as etapas de cadastro e a capacitação obrigatória para os novos voluntários.
O serviço está fundamentado no Estatuto da Criança e do Adolescente e integra as políticas do Sistema Único de Assistência Social. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social coordena o suporte técnico e acompanha as famílias durante todo o período de convivência. Segundo a secretária Nayara Ribas, a prioridade absoluta é garantir um ambiente seguro que favoreça a futura reintegração familiar do menor.
Para ingressar no programa, o voluntário deve possuir mais de vinte e um anos, residir no município e apresentar idoneidade moral comprovada. É vedada a participação de pessoas inscritas no cadastro de adoção, visando manter a natureza temporária do acolhimento. O Ministério Público fiscaliza rigorosamente o cumprimento das normas legais e a segurança jurídica de todos os envolvidos.
Além do acolhimento, o município promove o Programa de Apadrinhamento em parceria com o Tribunal de Justiça. Essa modalidade permite contribuições por meio de doação de tempo, serviços ou apoio material. Informações adicionais estão disponíveis pelo telefone oficial de atendimento da equipe técnica municipal.