O retorno do feriado do Dia do Trabalhador recolocou Niterói diante de um teste clássico de mobilidade, mas sem o travamento amplo que costuma marcar a volta de grandes fluxos pela Ponte Rio-Niterói e pelos corredores internos da cidade. Segundo A Tribuna, a manhã desta segunda-feira teve retenções pontuais, porém com movimento melhor do que o habitual para o horário, reduzindo o impacto do retorno sobre a malha urbana.
Na ponte, o sentido Rio registrou lentidão nos acessos ao Mocanguê e na saída para o Gasômetro, com travessia em torno de 17 minutos. No sentido Niterói, o fluxo seguiu normal, com cerca de 13 minutos. Em São Lourenço e na Avenida do Contorno, o tráfego foi considerado bom para quem vinha em direção à cidade, embora houvesse formação de filas para quem seguia rumo ao Rio.
A pressão apareceu de forma mais distribuída em pontos sensíveis da malha local. Na Avenida Roberto Silveira, o movimento era regular, mas crescia na aproximação da subida da ponte. O túnel Charitas-Cafubá teve retenções, e a rotatória de Piratininga concentrou grande fluxo ao longo da manhã.
A relevância urbana da pauta está justamente nisso. Quando a travessia não implode, Niterói ganha fôlego, mas continua pagando a conta em acessos, túneis e rotatórias que recebem a pressão espalhada do retorno metropolitano. Nesta segunda, a cidade escapou do colapso clássico, porém voltou a mostrar como pequenos gargalos bastam para espalhar desgaste por corredores já sensíveis na volta à rotina.
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https://www.ecoviasponte.com.br/condicoes-da-via
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