O caso envolve investigação da Operação Mare Liberum, deflagrada por Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, que apura esquema no Porto do Rio de Janeiro com liberação irregular de cargas, incluindo 144 mil latas de energéticos proibidos pela Anvisa.
Segundo apuração da Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, um auditor é investigado por suposta liberação irregular e recebimento de R$ 20 mil em propina, além de indícios em milhares de declarações de importação entre 2021 e 2026. As investigações também resultaram em apreensões de valores em espécie, veículos e bens de luxo, além de mandados de busca e afastamento de servidores públicos determinados pela Justiça Federal.
De acordo com informações oficiais, o prejuízo estimado ao erário pode chegar a cerca de R$ 500 milhões, enquanto as apurações seguem em andamento com análise de contratos e procedimentos administrativos. Autoridades afirmam que os fatos seguem sob análise técnica e jurídica, com garantia de contraditório e acompanhamento dos órgãos de controle. Os órgãos de controle seguem com auditoria detalhada dos sistemas de importação e das rotinas de fiscalização no Porto do Rio, com foco em identificar falhas estruturais e eventuais responsabilidades administrativas e criminais dos envolvidos no caso investigado