Foto: Divulgação / PMRJ
Cabo Rayllan Machado Carino, de 36 anos, foi morto a tiros no Centro de São Gonçalo; crime é investigado pela Delegacia de Homicídios.
Câmeras registraram ataque em área movimentada próxima ao Partage Shopping; autores fugiram e a DHNSG investiga o crime
O cabo da Polícia Militar Rayllan Machado Carino, de 36 anos, foi morto a tiros na tarde de segunda-feira (14), no Centro de São Gonçalo. O agente estava de folga e havia acabado de sair de uma academia nas proximidades do Partage Shopping quando foi atacado. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga a autoria e as circunstâncias do crime, segundo O Dia.
Imagens de câmeras de segurança divulgadas nesta terça-feira (15) registraram o momento do ataque. Rayllan aparece atravessando a via quando um veículo marrom se aproxima. Um dos criminosos desce e efetua diversos disparos contra o policial. Mesmo após a vítima cair, novos tiros são feitos. Pedestres e comerciantes correm para se proteger. O vídeo foi divulgado em nova atualização de O Dia.
O caso ocorreu na região da Avenida Presidente Kennedy, uma das áreas de maior circulação do Centro de São Gonçalo. Segundo as informações divulgadas, os autores deixaram o local em direção à BR-101.
Rayllan foi socorrido e encaminhado ao Pronto Socorro Central (PSC), no Zé Garoto, mas chegou à unidade sem vida. A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil confirmou o atendimento. Posteriormente, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de São Gonçalo.
Delegacia de Homicídios investiga o ataque
A Polícia Civil procura identificar os envolvidos e esclarecer a motivação do assassinato. A DHNSG analisa imagens de câmeras de segurança e informações de testemunhas que estavam na região no momento dos disparos.
A investigação também deverá reconstruir o trajeto utilizado pelos autores antes e depois do crime. Até a atualização das informações consultadas, não havia confirmação pública de prisão de suspeitos.
Rayllan era morador de Neves e acumulava passagens por diferentes unidades da Polícia Militar. Ao longo da carreira, serviu nos 4º, 5º, 7º, 18º e 22º batalhões, além do Rondas Especiais e Controle de Multidões.
Informações publicadas nesta terça também apontam que o policial já havia sobrevivido a outro ataque meses antes. Essa circunstância pode ser considerada pelos investigadores, mas ainda não permite, isoladamente, estabelecer a motivação do crime.
A Polícia Militar lamentou a morte do cabo. A apuração permanece sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios.

