O termo “dinheiro falso” ganhou força nas buscas nesta sexta-feira (9), e o Banco Central mantém orientações simples para reduzir o risco de aceitar uma cédula falsificada.
Nas notas da segunda família do Real, o BC recomenda observar a marca-d’água, o número escondido, o alto-relevo e, dependendo do valor, a faixa holográfica ou o número que muda de cor.
Se houver dúvida, a orientação é comparar a cédula com outra legítima do mesmo valor. Caso a suspeita permaneça, o cidadão pode recusá-la ou, se já a tiver recebido, levá-la a uma agência bancária para encaminhamento ao Banco Central.
O BC alerta que uma nota comprovadamente falsa não é reembolsada. Também não se deve tentar repassá-la depois de saber que é falsa, já que colocar moeda falsificada em circulação pode configurar crime.
As orientações estão disponíveis na página oficial do Banco Central.