O segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro pode produzir mudanças importantes na relação entre Brasil e Estados Unidos, especialmente em temas como comércio, tarifas e minerais críticos.
Análise publicada pela Reuters aponta que Washington acompanha com atenção o acesso a reservas brasileiras de minerais estratégicos e a posição do país diante da China.
Lula tem defendido maior autonomia diplomática, multilateralismo e aproximação com o Brics. Flávio Bolsonaro tende a buscar relação mais próxima com o governo dos Estados Unidos.
As diferenças também podem afetar negociações tarifárias e o posicionamento brasileiro em questões de segurança internacional.
O segundo turno está marcado para 25 de outubro. Até lá, política externa e economia devem ganhar mais espaço na disputa.