A Vigilância em Saúde de Rio das Ostras está utilizando ovitrampas para identificar locais com maior atividade do Aedes aegypti. Os recipientes de monitoramento contêm água, uma palheta para postura dos ovos e atrativo específico. Equipes instalam e recolhem o material em etapas; as palhetas passam por análise laboratorial, que subsidia a elaboração de mapas de risco. A ferramenta permite direcionar visitas e ações preventivas para áreas prioritárias. O município informa que usa a metodologia desde o ano passado. Uma área com muitos ovos não significa necessariamente maior número de pessoas doentes naquele bairro: o dado mede atividade do mosquito. Moradores devem continuar eliminando água parada.
Fonte: publicação da fonte oficial. Crédito da imagem: Pro Pest Control Canberra/Unsplash, imagem de controle de pragas ilustrativa.