HCCOR vira referência e já

supera 16 mil atendimentos

O Hospital do Câncer e do Coração (HCCOR) consolidou-se como o principal pilar de alta complexidade no Leste Fluminense ao ultrapassar a marca histórica de 16.000 cirurgias e procedimentos desde dezembro de 2022. Sob uma gestão que prioriza a eficiência técnica e o suporte tecnológico, a unidade não apenas atende São Gonçalo, mas tornou-se um porto seguro para pacientes de diversas regiões do Estado do Rio de Janeiro, reduzindo filas históricas da rede pública.

No setor cardiovascular, o balanço é robusto. Foram realizadas 1.008 cirurgias de revascularização do miocárdio, a complexa ponte de safena, além de 5.902 cateterismos e 1.810 angioplastias. Tais intervenções são vitais para a redução imediata da mortalidade por infartos. A infraestrutura de ponta permitiu ainda 100 implantações de marca-passo e 179 procedimentos valvares, consolidando a unidade como referência em cardiologia intervencionista.

A oncologia, outra frente estratégica, registra 2.552 cirurgias de alta complexidade e 1.722 sessões de quimioterapia. O diferencial do HCCOR reside no acolhimento humanizado aliado à precisão diagnóstica, reforçada por 92.064 exames laboratoriais e 16.200 avaliações anatomopatológicas. A multidisciplinaridade da unidade também se reflete nas 764 neurocirurgias e 1.432 cirurgias gerais por videolaparoscopia, técnica que acelera a recuperação do paciente e otimiza a rotatividade de leitos.

No campo ambulatorial, o volume é expressivo: 32.274 consultas especializadas e 6.116 avaliações de risco cirúrgico asseguram que o paciente seja monitorado em todas as etapas do tratamento. Organizados pelo Sistema Estadual de Regulação (SER), os atendimentos seguem critérios rigorosos de transparência e equidade. Ao fortalecer a regionalização, o HCCOR cumpre o papel de descentralizar a saúde, evitando deslocamentos exaustivos e garantindo que o cidadão receba tratamento de elite perto de seu domicílio. O sucesso operacional da unidade hoje é um modelo de gestão que transforma estatísticas em vidas salvas, elevando o padrão da medicina pública fluminense.

Foto: Renan Otto

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