Saúde de São Gonçalo

mobiliza bairros contra Lúpus e Leucemia

A Secretaria Municipal de Saúde de São Gonçalo deflagrou, nesta semana, uma mobilização estratégica que une prevenção e solidariedade. As campanhas Fevereiro Roxo e Fevereiro Laranja ganham capilaridade com ações intensivas nas Unidades de Saúde da Família (USF) Mahatma Gandhi, no Jardim Califórnia, e Irmã Dulce, na Trindade. O objetivo é claro: transformar a informação em ferramenta de sobrevivência através do diagnóstico precoce.

O Fevereiro Roxo debruça-se sobre três enfermidades silenciosas e distintas: Alzheimer, lúpus e fibromialgia. Embora não possuam cura, o manejo clínico adequado, oferecido pela rede municipal, é o diferencial entre o isolamento e a qualidade de vida do paciente. Nas palestras educativas, especialistas desmistificam sintomas iniciais e reforçam a necessidade de acompanhamento contínuo, combatendo o estigma que muitas vezes retarda a busca por ajuda médica.

Paralelamente, o Fevereiro Laranja foca na luta contra a leucemia. A ação ultrapassa os muros das unidades de saúde ao contar com o suporte técnico do hemonúcleo local. Profissionais orientam sobre o cadastro no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), um gesto que representa a única chance de cura para milhares de brasileiros.

Durante os eventos, a população tem acesso imediato a um “check-up” preventivo. Equipes multiprofissionais realizam aferição de pressão arterial, controle de glicemia e testes rápidos para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A presença de nutricionistas e educadores físicos reforça o conceito de medicina preventiva, onde a mudança de hábitos alimentares e a atividade física atuam como barreira contra o agravamento de doenças crônicas.

Para o jornalismo sério e comprometido, tais iniciativas evidenciam o fortalecimento da atenção primária como porta de entrada do SUS. A gestão municipal, ao levar serviços especializados para dentro dos bairros, democratiza o acesso e otimiza o fluxo de regulação. Os interessados devem comparecer portando cartão do SUS, CPF e comprovante de residência, garantindo assim o acolhimento integral e a continuidade do prontuário médico na rede pública.

Foto: Reprodução

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