A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro retomou os trabalhos após o recesso sob incerteza envolvendo o presidente afastado Rodrigo Bacellar. O deputado soma 19 dias de ausência oficial e ainda não formalizou novo pedido de licença, o que amplia a tensão política na Casa.
De acordo com o Regimento Interno, o parlamentar que ultrapassa 30 dias consecutivos de licença sem remuneração pode ter o suplente convocado. Há também limite de 120 dias de afastamento por sessão legislativa, sob risco de perda do mandato. O cenário é jurídico e regimental, sem decisão definitiva até o momento.
Nos bastidores, deputados avaliam que Bacellar pode retornar por 1 dia para zerar a contagem e, em seguida, protocolar nova licença, estratégia permitida dentro das normas. Caso renuncie à presidência, nova eleição para a Mesa Diretora deverá ocorrer em até 5 sessões ordinárias.
A Casa permanece sob comando interino de Guilherme Delaroli, do Partido Liberal, enquanto o impasse mantém o ambiente político em alerta.








