Andrei Rodrigues (PF), Lulinha e André Mendonça (STF) – Foto: Sérgio Lima/Poder360
A Polícia Federal do Brasil solicitou, em janeiro de 2026, a quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A medida foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relator da investigação que apura fraudes em descontos aplicados a beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social.
A apuração envolve suspeitas de cobranças indevidas em aposentadorias e pensões. Documentos preliminares indicam que Lulinha teria recebido repasses mensais de R$ 300 mil do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, preso desde 12 de setembro de 2025. O investigado nega irregularidades.
A decisão judicial determinou ainda a preservação de dados eletrônicos vinculados ao investigado. O caso também é acompanhado por comissão parlamentar instaurada no Congresso Nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou publicamente que eventual envolvimento de familiar deve ser apurado dentro da lei. O inquérito segue sob responsabilidade da Polícia Federal, com supervisão do Supremo, observando o devido processo legal e a presunção de inocência.








