A certidão de óbito de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, foi emitida sem a indicação da causa da morte, constando apenas a informação de exames pendentes. O registro oficial aponta que o falecimento ocorreu em 6 de março, aos 43 anos.
Segundo informações confirmadas por autoridades, Mourão estava sob custódia da Polícia Federal em Minas Gerais quando atentou contra a própria vida. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde passou a ser submetido ao protocolo de morte encefálica, conforme normas médicas vigentes.
A declaração de morte encefálica exige critérios técnicos rigorosos definidos pelo Conselho Federal de Medicina, incluindo exames clínicos e testes específicos realizados por especialistas habilitados. A confirmação ocorre apenas após cumprimento integral desses procedimentos.
Diante das circunstâncias, a Polícia Federal instaurou procedimento para apurar como o custodiado teve acesso aos meios que permitiram o ato. A corporação informou que os procedimentos de atendimento foram registrados integralmente, sem áreas sem monitoramento.
O caso segue sob investigação, com foco na responsabilidade administrativa e no cumprimento dos protocolos de custódia e segurança previstos na legislação brasileira.