Um estudo divulgado pelo Unicef chama atenção para a permanência da palmada e de outros castigos físicos como formas naturalizadas de disciplina de crianças.
O levantamento qualitativo reuniu 214 participantes em comunidades de Rio de Janeiro, Recife e Manaus.
Pesquisa não representa todo o país
Por ser qualitativo e restrito aos grupos participantes, o estudo não deve ser interpretado como uma estimativa representativa de toda a população brasileira.
A legislação brasileira estabelece o direito de crianças e adolescentes serem educados sem castigos físicos ou tratamento cruel ou degradante.