O governo federal estuda medidas para restringir o acesso a crédito público de empresas envolvidas em casos de assédio eleitoral. A proposta foi anunciada na quarta-feira (28) em meio ao aumento de denúncias recebidas pelo Ministério Público do Trabalho.
Segundo a instituição, foram registradas ao menos 1.140 denúncias nos três dias anteriores à divulgação, de um total de 3.080 notificações desde o início da campanha eleitoral. O número se refere a comunicações recebidas, não a decisões definitivas sobre responsabilidade dos empregadores.
Entre os comportamentos investigados estão pressão sobre empregados por preferência política, ameaça de demissão e retaliação na contratação. O direito à livre escolha eleitoral é protegido pela legislação brasileira.
A criação de restrições adicionais ao crédito ainda está em estudo. Empresas ou trabalhadores que tenham conhecimento de possíveis irregularidades podem procurar os canais oficiais do Ministério Público do Trabalho. Fonte: consulte a apuração e os dados originais.
Imagem destacada: Acervo O FLUMINENSE, carteiras de trabalho (imagem ilustrativa). Não representa necessariamente o fato ou o local nesta data.