Fernando Alonso deixou o GP dos Estados Unidos insatisfeito não apenas com o resultado, mas também com o contato que comprometeu sua corrida. O bicampeão terminou em 16º lugar, depois de largar em 12º, e criticou o nível de pilotagem encontrado na parte de trás do grid da Fórmula 1.
O espanhol da Aston Martin se envolveu em um toque com Alex Albon, da Williams, logo na primeira volta em Austin. A equipe confirmou em seu relatório oficial do GP dos Estados Unidos que o contato causou danos e comprometeu o desempenho do carro ao longo da prova.
Danos mudaram a estratégia
Alonso caiu para a 17ª posição depois do incidente e passou a corrida tentando recuperar terreno. Segundo a Aston Martin, os danos afetaram a performance e obrigaram a equipe a alterar a estratégia planejada.
Na parte final da corrida, o espanhol precisou fazer uma segunda parada para trocar a asa dianteira. A equipe avaliou que o ritmo antes dessa intervenção era suficiente para mantê-lo na disputa com os carros imediatamente à frente, mas a perda de desempenho e a parada adicional eliminaram a possibilidade de pontos.
O ge registrou que Alonso atribuiu o episódio à baixa qualidade que, em sua avaliação, existe entre alguns pilotos do fundo do grid. Albon terminou em 17º e também relatou danos no carro.
Aston Martin segue na parte final do campeonato
O resultado manteve Alonso na 17ª posição do Mundial de Pilotos, com sete pontos, enquanto a Aston Martin ocupa o décimo lugar entre os construtores. A Williams, envolvida diretamente no incidente, está à frente da equipe britânica na classificação.
A Fórmula 1 segue agora para o GP da Cidade do México, marcado para o fim de semana de 30 de outubro a 1º de novembro. Para a Aston Martin, a prioridade passa a ser reduzir a vulnerabilidade do carro em situações de tráfego e tentar largar mais à frente para diminuir a exposição aos incidentes do pelotão intermediário.