A remoção de um acampamento instalado no pomar urbano da Avenida Sílvio Picanço recolocou Charitas diante de uma falha de proteção que não deveria depender apenas da reação posterior da prefeitura. Segundo A Tribuna, o espaço de restinga vinha sendo usado de forma irregular, com acúmulo de lixo e degradação de uma área sensível da Mata Atlântica.
A Clin retirou resíduos e o município desmontou a ocupação após reclamações de moradores. O episódio, porém, não se encerra na limpeza. Quem vive no entorno passou a cobrar cercas, placas informativas e manejo contínuo para impedir novo avanço sobre o pomar.
Em Niterói, o caso importa porque mostra que até áreas de preservação e uso público seguem vulneráveis quando a proteção permanente demora a sair do papel e só aparece depois do dano visível.