A Federação Internacional de Automobilismo confirmou mudanças no sistema de desenvolvimento de motores da Fórmula 1 para a temporada de 2026. A entidade alterou o cronograma de avaliações do modelo ADUO, mecanismo criado para reduzir diferenças de desempenho entre fabricantes das unidades de potência.
Com a redução do calendário para 22 corridas, após os cancelamentos dos Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita, a FIA decidiu antecipar análises técnicas e ampliar os benefícios para equipes com motores menos competitivos
As fabricantes que apresentarem desempenho inferior poderão receber até 230 horas extras para testes e desenvolvimento O regulamento anterior previa limite menor de compensação técnica
A Honda aparece entre as montadoras que podem ser beneficiadas pelas novas regras, principalmente após dificuldades registradas neste início de adaptação ao novo regulamento técnico
Segundo a FIA, as mudanças buscam preservar equilíbrio esportivo e evitar grande disparidade entre fornecedoras durante a próxima temporada A medida também amplia possibilidades de atualização técnica ao longo do campeonato