A Federação Internacional do Automobilismo explicou como funcionará o sistema de auxílio técnico para fabricantes de motores na Fórmula 1 a partir da temporada de 2026. O mecanismo, chamado ADUO, foi criado para reduzir desequilíbrios entre montadoras após a entrada do novo regulamento técnico da categoria.
Segundo Nikolas Tombazis, diretor de monopostos da FIA, o sistema não altera diretamente o desempenho dos carros durante as corridas. O dirigente esclareceu que o ADUO permitirá mais liberdade de desenvolvimento para fabricantes que apresentarem rendimento inferior aos concorrentes.
As montadoras que ficarem pelo menos 2% abaixo da melhor unidade de potência poderão receber horas extras de testes e flexibilização no teto de gastos. Em casos mais graves, com diferença superior a 10%, o pacote prevê até 230 horas adicionais de desenvolvimento e ampliação orçamentária de 11 milhões de dólares.
A análise inicial acontecerá após o GP do Canadá, em 24 de maio. Segundo a imprensa internacional, a Honda aparece entre as fabricantes com maior preocupação técnica neste início de preparação para 2026.