O Ministério Público do Rio de Janeiro, por meio do Gaesf, ajuizou ação civil pública envolvendo o Rioprevidência e operações financeiras realizadas com Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master, sem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos. O caso também repercute em Itaguaí, onde o instituto previdenciário local, Itaprevi, realizou aplicações semelhantes estimadas em cerca de 60 milhões de reais em 2025. As investigações apontam que os recursos podem estar sujeitos a risco de recuperação, o que motivou servidores a acompanhar possíveis desdobramentos judiciais. Na ação, o Ministério Público solicita suspensão de contratos relacionados ao cartão de benefícios consignados CredCesta, além do afastamento de gestor interino do Rioprevidência, bloqueio de bens de investigados e medidas de ressarcimento aos cofres públicos. Documentos citados indicam que decisões de investimento foram tomadas em períodos distintos, com operações concentradas entre junho e julho de 2025, sob análise de responsabilidade administrativa e financeira no âmbito das apurações em curso.