Hantavírus voltou a ganhar atenção internacional após confirmação de casos em cruzeiro. A Organização Mundial da Saúde confirmou sete infecções e três mortes associadas ao vírus Andes. A entidade monitora passageiros e descarta cenário de pandemia semelhante ao da covid-19. O vírus não se espalha facilmente, segundo autoridades sanitárias internacionais. No Brasil, casos de hantavirose seguem ligados a áreas rurais e roedores silvestres. A doença pode variar de sintomas leves a quadros respiratórios graves e potencialmente fatais. Autoridades reforçam medidas de prevenção como higiene, vedação de ambientes e uso de proteção. O período de incubação varia de uma a cinco semanas após exposição ao vírus. Casos recentes mantêm vigilância ativa em portos e regiões turísticas internacionais. O acompanhamento segue contínuo diante de riscos pontuais e monitoramento de contatos próximos. OMS mantém alerta e avaliação permanente dos casos em investigação contínua.