Uma agressão cometida por um policial civil contra a ex-companheira no Maravista recolocou Niterói diante de um tipo de violência que ultrapassa a esfera doméstica e pressiona diretamente a percepção de proteção institucional. Segundo O São Gonçalo, a vítima manteve relacionamento de dez anos com o agente, tentou retomar a união após insistência dele e, na última sexta-feira, acabou atacada dentro de casa depois de se recusar a desbloquear o celular.
O homem teria quebrado o aparelho, invadido o quarto onde ela buscou proteção, a enforcado e a ameaçado de morte. A mulher conseguiu acionar a polícia, compareceu à DEAM e obteve medidas protetivas. Em Niterói, o caso pesa porque mostra violência grave associada justamente a alguém ligado à estrutura estatal de segurança.