Professores da Escola de Aprendizagem Inclusiva têm formação sobre Educação Digital

Professores da Escola de Aprendizagem Inclusiva têm formação sobre Educação Digital

A primeira oficina, com o tema “Chromebooks na Educação Inclusiva”, marcou o início de uma série de encontros formativos que serão ampliados ao longo do ano

Por: Kamilla Uhl –
Foto: Seduct / Divulgação – 22/04/2026 – 09:11:59
A Diretoria de Programas e Projetos, em parceria com a Gerência de Tecnologias Educacionais da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct), deu início a um ciclo de formações voltadas aos professores da Escola de Aprendizagem Inclusiva e aos professores das Salas de Recursos. A primeira oficina, com o tema “Chromebooks na Educação Inclusiva”, marcou o início de uma série de encontros formativos que serão ampliados ao longo do ano, e aconteceu neste mês de abril, com palestra da professora Orientadora de Tecnologias Educacionais, Edilaine Nascimento.
A proposta, segundo a diretora do setor, Anna Karina Vieira, é fortalecer a educação digital e midiática no contexto da inclusão, ampliando as possibilidades pedagógicas por meio do uso de diferentes recursos, como tablets, chromebooks, kits de robótica, entre outros. “Durante a oficina, os professores conhecem ferramentas de acessibilidade, aplicativos educacionais e estratégias que favorecem a participação de todos os estudantes, respeitando suas diferentes necessidades”, afirmou.
Mais do que apresentar recursos, a formação busca, de acordo com a gerente de Tecnologias Educacionais, Luciane dos Santos Morais, apoiar o professor na construção de práticas mais inclusivas, inovadoras e significativas, integrando tecnologia, mediação pedagógica e equidade no processo de ensino e aprendizagem.
“Essa iniciativa reforça o compromisso com uma educação que acolhe, inclui e potencializa o aprendizado de todos, utilizando a tecnologia como aliada no desenvolvimento integral dos estudantes”, pontuou Luciane.
A gerente da Educação Especial Inclusiva da Seduct, Rossana Vieira, acrescentou que, após essa etapa inicial, a formação vai contemplar, também, os professores das Salas de Recursos Multifuncionais da rede municipal de ensino, fortalecendo práticas pedagógicas mais acessíveis e inovadoras.
“A Gerência de Educação Especial reconhece a importância do uso do chromebook na educação inclusiva representando um avanço significativo na construção de práticas pedagógicas mais acessíveis, equitativas e centradas nas necessidades dos estudantes. Mais do que um recurso tecnológico, o chromebook se configura como uma ferramenta de inclusão, ampliando as possibilidades de aprendizagem e favorecendo a participação ativa de todos os alunos no ambiente escolar”, destacou.
Entre os principais diferenciais, segundo Rossana, destaca-se a oferta de recursos de acessibilidade integrados, que permitem a personalização do ensino, respeitando o ritmo, as potencialidades e as especificidades de cada estudante.
No âmbito pedagógico, o chromebook possibilita o uso de diversas plataformas educacionais, aplicativos interativos e ferramentas colaborativas, como editores de texto, apresentações e ambientes virtuais de aprendizagem, que favorecem metodologias ativas, estimulam a autonomia dos alunos e promovem o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e digitais. “Isso significa maior engajamento, participação e acesso ao currículo”, informou.
Outro aspecto relevante, segundo ela, é o apoio na adaptação das atividades, permitindo que os professores diversifiquem suas estratégias pedagógicas por meio de jogos educativos e atividades interativas. Essa abordagem torna o processo de ensino mais significativo e acessível, além de possibilitar o acompanhamento contínuo do progresso dos estudantes, favorecendo intervenções pedagógicas mais assertivas e alinhadas às suas necessidades.
“O uso do chromebook também fortalece a eliminação de barreiras pedagógicas, comunicacionais ou atitudinais ao oferecer múltiplas formas de representação, expressão e engajamento. Portanto, não é apenas inserir tecnologia na escola, mas garantir o direito à aprendizagem com qualidade, promovendo equidade, acessibilidade e protagonismo dos estudantes. É transformar a prática pedagógica para que, de fato, todos aprendam juntos, respeitando suas diferenças e potencializando suas capacidades”, finalizou Rossana.

Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes

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