Produtora do filme Dark Horse nega ter recebido recursos do banqueiro Daniel Vorcaro e afirma que toda a captação foi realizada em modelo privado internacional. O posicionamento foi divulgado após reportagens citarem possível aporte de até R$ 61 milhões de reais, o que a empresa contesta integralmente. Segundo a produtora GOUP Entertainment, não há registro de participação financeira do Banco Master ou de empresas ligadas ao grupo no longa-metragem. O produtor executivo Mário Frias também reforçou que não existe qualquer aporte do banqueiro na obra e que o projeto é integralmente financiado por investidores privados.
A informação contestada menciona uma possível intermediação de contatos políticos e empresariais durante a fase inicial de captação do filme. Em nota, a produtora afirma que todos os contratos seguem legislação norte-americana aplicável ao setor audiovisual e cláusulas de confidencialidade previstas em acordos de investimento privado.
O texto também destaca que a simples existência de tratativas não significa transferência efetiva de recursos ou participação societária no projeto cinematográfico. A produção Dark Horse, inspirada em eventos políticos recentes no Brasil, reúne elenco internacional e direção estrangeira, segundo informações divulgadas pelo setor de entretenimento.
Entre os nomes envolvidos estão o ator Jim Caviezel, além de profissionais de direção e roteiro com atuação em produções de cinema e televisão nos Estados Unidos. O caso segue em debate público após divergências entre versões apresentadas por fontes do setor privado e declarações de parlamentares citados em discussões recentes, sem confirmação judicial.