Mato Grosso enfrenta um cenário epidemiológico alarmante em 2026, com 8 mortes confirmadas e 32 casos registrados até o momento. A preocupação social atingiu um novo patamar após a confirmação de meningite bacteriana em uma estudante de 11 anos de Várzea Grande, que permanece internada em uma unidade de saúde em Cuiabá. O episódio gerou alerta imediato na comunidade escolar e reacendeu o debate sobre a segurança sanitária no estado.
Dados oficiais da Secretaria de Estado de Saúde revelam que este é o pior índice dos últimos dois anos. A situação expõe a fragilidade da rede pública, uma vez que o SUS não disponibiliza a vacina contra a meningite do tipo B, a variante mais agressiva e letal. Sem o imunizante no calendário nacional, o acesso à proteção integral torna-se um privilégio de quem pode pagar pela rede privada, deixando a maioria das famílias flutuando em insegurança e luto.