Tratamento, vacinação e protocolos de prevenção

Vírus da mpox (verde) infectando células (em magenta). — Foto: NIAID

Atualmente, não existe remédio que elimine o vírus de imediato; o tratamento foca no alívio dos sintomas e na prevenção de infecções secundárias. Todavia, o Sistema Único de Saúde no Rio disponibiliza a vacina para grupos de maior vulnerabilidade, como pessoas vivendo com HIV e profissionais de laboratório. A vacinação pós-exposição também é aplicada em quem teve contato direto com infectados, podendo ser realizada em até 21 dias para impedir o agravamento da doença. É um recurso técnico que o cidadão de bem deve utilizar para proteger sua integridade física. A prevenção baseia-se na higiene rigorosa e no isolamento de casos suspeitos em cômodo isolado.

As recomendações são claras: evitar o contato com casos suspeitos, não compartilhar utensílios domésticos e manter a higiene das mãos com água, sabão ou álcool em gel 70%. Em locais públicos e transportes de massa, como o metrô e trens da SuperVia, o cuidado deve ser redobrado. Notar feridas suspeitas e buscar isolamento imediato é um ato de patriotismo e respeito ao próximo. É necessário que o cidadão não compartilhe objetos pessoais, tais como toalhas e talheres, até o término do período de transmissão. O Rio de Janeiro precisa que cada cidadão faça sua parte para que a saúde pública seja preservada e o gigante fluminense continue sua trajetória de progresso com total segurança.

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