Já se passaram mais de quatro décadas desde que o empresário Ronald Guimarães Levinsohn ao olhar para a vastidão da região de Barreiras, no Oeste Baiano, enxergou muito além de terras brutas. Muito antes de termos como sustentabilidade e modernidade agrícola entrarem no vocabulário comum, ele já vislumbrava um caminho em que a alta produtividade no campo e a preservação dos ecossistemas caminhassem lado a lado. Dessa visão de futuro nasceu o Agronegócio Estrondo, empreendimento que se consolidou como um dos maiores motores de desenvolvimento e conservação da Bahia.
A trajetória do projeto traduz, de forma prática, a filosofia idealizada por Ronald Levinsohn: o verdadeiro progresso só existe quando acompanhado de investimentos que proporcionem benefícios ao meio ambiente e melhorias para o escoamento da produção. Hoje figurando entre os grandes produtores de milho, soja e algodão do país, o destaque fica por conta dos investimentos realizados pelo Agronegócio Estrondo.
A deficiência de investimentos em infraestrutura regional gera custo anual de R$ 500 mil para a manutenção da BA-459 e de R$ 200 mil para conservação da estrada de acesso à sede de Formosa do Rio Preto, garantindo a circulação segura dos trabalhadores. Nos últimos anos, o Agronegócio Estrondo também investiu R$ 2 milhões na substituição de pontes de madeira por estruturas de concreto, assegurando o tráfego de veículos de carga.
Controle de incêndios florestais
Para prevenir incêndios florestais característicos do Cerrado, foram implantados 80 km de aceiros (faixas de proteção sem vegetação), com investimento de R$ 1 milhão.
Investimento em energia elétrica
Foram construídos 80 km de rede elétrica para atender à demanda do Condomínio e da unidade de armazenamento de grãos da Cargill, com investimento de R$ 10 milhões. A infraestrutura foi posteriormente doada à Coelba.
Mais do que um complexo agrícola produtivo, o Agronegócio Estrondo se tornou um polo socioeconômico transformador para a Bahia. Onde antes havia apenas uma área isolada e sem infraestrutura, hoje pulsa um ecossistema que gera empregos, movimenta a economia regional e leva mais qualidade de vida às famílias do entorno. Por meio do apoio contínuo a projetos sociais e a comunidades vulneráveis, o legado de Ronald Guimarães Levinsohn mostra que é possível transformar a terra em riqueza e oportunidade, provando que a produção em grande escala, a preservação ambiental e a contribuição com investimentos em infraestrutura pública podem e devem andar juntas.