O ex-deputado Eduardo Bolsonaro criticou nesta segunda-feira a presença do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no casamento da deputada Tabata Amaral com o prefeito João Campos, ocorrido recentemente em Recife. A manifestação ocorreu após voto do ministro que condenou o ex-parlamentar por difamação em processo movido pela congressista.
Em publicação nas redes sociais, Eduardo mencionou dispositivos do Código de Processo Civil e do Código de Processo Penal que tratam de hipóteses de suspeição de magistrados quando há relação pessoal com as partes.
O caso teve origem em conteúdo divulgado anteriormente pelo ex-deputado que associava a parlamentar a interesses empresariais informação contestada pelos citados nos autos. O julgamento ocorre em plenário virtual e segue aberto, com placar inicial favorável à condenação até o momento.
Especialistas apontam que questionamentos sobre impedimento ou suspeição devem ser analisados dentro dos parâmetros legais vigentes, garantindo o devido processo legal e a estabilidade das decisões judiciais no país. O Supremo não comentou o caso até o momento e mantém os trâmites regulares do processo conforme regras internas da Corte.